Depois de uma viagem, seja de carro ou de comboio, a bolsa térmica costuma ser arrumada rapidamente num armário assim que se chega a casa, muitas vezes ainda com restos de humidade e pequenas migalhas de comida esquecidas no seu interior.
Este hábito, embora compreensível pelo cansaço da viagem, é uma das principais razões pelas quais as bolsas térmicas acabam por desenvolver cheiros desagradáveis que depois são bastante difíceis de eliminar por completo, mesmo com uma limpeza posterior mais cuidada.
Uma limpeza rápida logo após o uso Virar a bolsa do avesso, sempre que o modelo o permitir, facilita bastante a limpeza do interior, permitindo remover migalhas e limpar zonas que normalmente ficam escondidas quando a bolsa está na posição habitual de utilização.
Um pano húmido com um pouco de detergente neutro costuma ser suficiente para limpar o interior da maioria das bolsas térmicas, mas é fundamental deixá-la secar completamente ao ar antes de a fechar novamente, evitando fechar qualquer humidade lá dentro.
Arejar a bolsa durante algumas horas num local com boa circulação de ar, em vez de a arrumar imediatamente fechada, faz uma diferença considerável na forma como se mantém entre viagens, evitando que o cheiro a fechado se instale de forma mais difícil de resolver.
Guardar a bolsa térmica ligeiramente aberta, em vez de completamente fechada, durante os períodos mais longos sem uso, ajuda ainda mais a manter o interior fresco, pronto para a próxima viagem sem qualquer cheiro desagradável à espera de quem a for buscar. Um pequeno saco absorvente de humidade colocado lá dentro, entre viagens, ajuda ainda mais a manter tudo seco e sem qualquer sinal de bolor a aparecer com o passar das semanas, mesmo guardada num armário fechado durante bastante tempo entre uma viagem e a seguinte, sem qualquer surpresa desagradável ao abrir a bolsa outra vez.